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Harold e o Lápis Mágico (2024) | Crítica

Harold e o Lápis Mágico“, dirigido por Carlos Saldanha, é uma colorida viagem ao mundo da imaginação infantil, adaptando um clássico americano que, para eles, é o que Menino Maluquinho é para nós. Com Zachary Levi no papel principal e Saldanha na direção, o filme claramente mira no público infantil americano, mas com um olho esperto no mercado internacional.

Eu fui assistir sem esperar muita coisa, achando que seria só mais uma daquelas produções infantis bobinhas. Mas, para minha surpresa, o filme conseguiu me entreter na maior parte do tempo. A equipe de Saldanha mostra um carinho evidente na produção, criando um mundo cheio de cores vibrantes e um CGI que, mesmo sem ser espetacular, cumpre bem o seu papel dentro da fantasia.

O que “Harold e o Lápis Mágico” faz de melhor é entender o seu público-alvo. Saldanha não tenta reinventar a roda; ele mantém as coisas simples e acessíveis, recheando a tela com cores e piadas que, embora nem sempre acertem, garantem a diversão. Zachary Levi, mais caricato do que nunca, abraça o papel com entusiasmo, quase como uma versão exagerada de seu Shazam! em um uniforme roxo.

No final das contas, “Harold e o Lápis Mágico” é um filme que entrega exatamente o que promete: uma experiência leve e divertida para as crianças. Não é um daqueles filmes para se levar a sério, mas sim para curtir com a família, sem grandes pretensões. O filme deve fazer um certo sucesso nos Estados Unidos e, se por acaso o filme acabar conquistando também o público internacional, será uma surpresa muito bem-vinda. O longa teve lançamento nos cinemas pela Sony Pictures.

Gregory Rieger
Gregory Rieger
Gregory Rieger é natural de São Paulo, tem 27 anos e é criador de conteúdo digital à alguns anos.
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O que "Harold e o Lápis Mágico" faz de melhor é entender o seu público-alvo. Saldanha não tenta reinventar a roda; ele mantém as coisas simples e acessíveis, recheando a tela com cores e piadas que, embora nem sempre acertem, garantem a diversão. Harold e o Lápis Mágico (2024) | Crítica