Antes de chegar aos cinemas de Nova York e Los Angeles na sexta-feira, 17, “Ainda Estou Aqui” obteve destaque no The New York Times numa crítica o definindo como “belo e dilacerante”, e elogiando a “realização primorosa e o grande apuro visual” de Walter Salles ao retratar a história da família Paiva.
“Em sua performance — premiada com o Globo de Ouro — Torres surpreende. Proteger seus filhos significa abraçar a alegria em meio ao medo, esperança em meio à dor. Torres traz camadas à sua performance com todas essas emoções, e seus olhos inquisitivos são magnéticos,” afirma Alissa Wilkinson. O texto mostra como em “Ainda Estou Aqui”, o cinema assume um papel importante no resgate da memória de um país.
“É também um retrato comovente de como a política desestabiliza e remodela a esfera doméstica, e como a solidariedade, a comunidade e o amor são o único caminho viável para viver em meio a tragédia. E nos alerta para desconfiar de qualquer um que tente apagar ou reescrever o passado”.
“Ainda Estou Aqui” conta com 92% de aprovação da crítica especializada no Rotten Tomatoes. O filme tem expansão de circuito norte-americano prevista para 23 de janeiro em várias outras cidades e dia 30 estreia em Boston e mais locais.